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Desde pequeno, ganhei o apelido de Jacaré pela minha tenacidade e pegada firme, mas foi na Tanzânia, África, que transformei esse nome em lenda. Lá, fui acolhido por guerreiros Maasai que me ensinaram a técnica ancestral "Mkono wa Chuma" (Mão de Ferro), inspirada na força descomunal das formigas africanas, que carregam até 50 vezes seu peso. Como um jacaré que morde e não solta, adaptei essa técnica ao meu estilo, combinando treinos intensos sob o sol das savanas com práticas de respiração e foco mental. Levantei pedras esculpidas em rituais que imitavam o movimento das formigas, desenvolvendo uma força explosiva que desafia meu porte físico. Minha pegada é tão implacável quanto a de um jacaré, e minha técnica surpreende adversários, provando que tamanho não define potência. Lema: "Pequeno no tamanho, feroz como um jacaré!" Estilo de Luta: Técnico, com explosões de força e uma pegada que não larga.
Ricardo Santana, mais conhecido no circuito de queda de braço como "O Touro", nasceu e cresceu em uma fazenda no interior de São Paulo. Desde jovem, demonstrava uma força fora do comum para sua idade, carregando sacos de ração e empurrando tratores quebrados com a mesma facilidade com que seus amigos levantavam uma bola. Aos 19 anos, durante uma festa de rodeio em Barretos, foi desafiado por um competidor veterano de queda de braço em uma barraca local. Derrotou todos os adversários da noite com facilidade e chamou a atenção de um olheiro da Confederação Brasileira de Queda de Braço (CBQB), que o convidou para competir profissionalmente. Ricardo se destacou por seu estilo agressivo, utilizando uma combinação de força bruta e técnicas refinadas que aprendeu com veteranos da antiga guarda. Seu movimento característico, o "Touro Press", envolve uma explosão de força com rotação interna que frequentemente desmonta o centro de gravidade do adversário em segundos. Durante sua carreira, venceu três vezes o Campeonato Sul-Americano de Queda de Braço, foi bicampeão da Copa Pan-Americana e, em 2023, se consagrou campeão mundial em Las Vegas após derrotar o ucraniano Viktor Petrenko numa final lendária que durou 2 minutos e 46 segundos — um recorde para finais mundiais. Fora das competições, Ricardo é conhecido por sua humildade, carisma e por manter uma rotina simples. É também dono de uma academia rural onde treina jovens talentos e promove torneios regionais gratuitos, incentivando o crescimento do esporte nas periferias e no campo.